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pequeno relato de uma vontade desperdiçada que apenas deseja a impossibilidade de ter de volta o direito de errar e poder amar todas as causas perdidas...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

e o guri de tanto errar, tornou-se homem.
o homem que hoje é, de tanto querer acertar, errante recorda:
- fui feliz!

4 comentários:

André Salviano disse...

esses títulos teus, tão inspirados, me lembram os títulos de textos medievais. a brincadeira com os sentidos, mais que o brincar com as palavras é genial, porque pra isso é preciso ser simples. ainda hei de chegar lá.


abraços, mestre
@paraquenomes

Flah Queiroz disse...

Ah, os seus sentidos. Tão sentidos!

Alicia disse...

o título, tão título...

Carina B. disse...

Só errando somos felizes. Acertando o máximo que conseguimos é atingir expectativas.

Amo esses seus títulos.