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por onde entra a lua, jorra uma maré de estrelas a inundar a escuridão do rosto refletido turvo na compleição de uma espera, saudosos plenilúnios argênteos com matizes de sol...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011





com meus passos noturnos
hei de enluarar o chão
com os grãos que pranto na semeadura da poça
espelho do céu 

8 comentários:

Flah Queiroz disse...

'Hei de enluarar o chão' é fantástico!

Li nas entrelinhas e quase pude ouvir Renato cantando.

Caleidoscópio (Danielle) disse...

Palavras encantadoras e em perfeita cadência! Lindas!
Cheguei até seu blog pela tag #Letras365
Será bem-vindo (a) no meu espaço Caleidoscópio.

Srtª Vihh disse...

enluarar o chão...
amei isto!
bjOus

Edu Lazaro disse...

preciso contar que li, achei por demais, muito bem poético, e como sempre, inspirador!

Ana SS disse...

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André Salviano disse...

vamos espelhar o céu, mesmo não sendo mar, porque o bom do amor é ser estrelado, com ou sem lua.


abraços,
@paraquenomes

Felipe Carriço disse...

Gostei muito desta imagem que você criou com o texto de uma poça cheia de estrelas. Fruto do olhar atento de um poeta.

Carina B. disse...

Prova irrefutável de que com poucas linhas pode se fazer a mais linda poesia.
Amei.