lembra de mim
lugares que andamos
nesta cidade de antenas que arranham os céus
lembra dos detalhes nas fotografias vigilantes
olhares meus em ti
e a observar a casa de vidro
esconderijo de um tempo que me faz vivo e que vento pelas entranhas
lembra do meu all star no armário a pisar as nuvens e caminhos e poças e danças e saudades e ruas e inquietudes e sonhos e noites e porres... e de nossos cafés da manhã com o sorriso da lua...
lembra que é distância a grandeza pormenor que nos habita...

3 comentários:
Gostei...
Me lembrou uma música do Ivan Lins, embora inspirada em Detalhes.
Belíssimo, e não poderia haver uma imagem melhor.
Desta forma uma lembrança poética pode tornar-se objetivo de uma vida!
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